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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

ABORTO




É quase noite...
E sinto chegar a doce madrugada
Em que verei o brilho da
Primeira estrela!...

É quase noite...
A doce madrugada se aproxima
Pra que eu possa ver o brilho da
Primeira estrela!...

É quase noite...
E a madrugada ainda não veio!
Agora torna-se difícil ver o brilho da
Primeira estrela!

Já passou a madrugada...
E a noite invadiu o meu espaço!
Acabei de compreender
Que jamais verei o brilho da
Primeira estrela!!!...



Willian Marques – 08/08/86.
        wmo@oi.com.br

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

ALGEMAS E CÁRCERES







    








Tento fugir dos meus sonhos e
Pesadelos,
Tento fugir de minha sombra e
De suas doces entranhas.
Tento fugir de mim mesmo,
Dos meus tolos pensamentos
E dos meus reclames tardios.
Tento fugir das lembranças,
Das esperanças...
Tento fugir das chances de ter
Novamente aquele seu amor que
Sem perceber, joguei pro alto.
Tento fugir da minha consciência e
Tento fingir que nada aconteceu.
Tento fugir do meu coração que
Te pede, mas ao mesmo tempo
Me condena.
Então eu tento pensar que não
Vale a pena essa perturbação...
Tento fugir do tempo e
Tento fingir que estou refeito.
Tento fugir das ilusões,
Dos sonhos que foram nossa
Realidade tempos atrás.
Tento fugir da sua lembrança e
Da sua falta...
Tento sufocar todos os meus
Sentimentos,
Fingindo (em vão) que tudo
Isso é passado!... Porém...
Cada vez mais presente em
Todas as minhas tentativas
De fuga!!!...


Willian Marques – 04/11/94.
          wmo@oi.com.br

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

ALMA SUFOCADA


















Se
Eu
Pudesse
Pedir
Socorro...
Gritaria
Desesperadamente
Por
Seu
Nome!!!...




Willian Marques – 18/07/2009.
            wmo@oi.com.br

ÚLTIMO (FOR YOU) PRA VOCÊ



Não te escrevo mais poesia,
Nem quero saber do seu dia.
Sufoquei na minh’alma a alegria,
Acordei, já não há fantasia.

Já não quero mais seu sorriso,
Nem sonhar-te tal qual paraíso.
Pra esquecer sem ficar indeciso,
É só fingir que de ti não preciso.

Já não quero lembrar-te a beleza,
Nem ternura, nem delicadeza.
Lutarei pra esquecer-te a pureza,
Já se foi do carinho a leveza.

Não te escrevo mais uma linha,
E nem te conto mais vida minha.
Não te falo do sonho que eu tinha,
És estrada em que não se caminha.

Já não quero sonhar-te em carícias,
Ilusões, repentinas delícias.
São iguais as bondades, malicias,
Seus problemas não são mais primícias.

Já não faço questão sua em mim,
Já passou, foi só fase enfim.
O erro foi e é meu, sei que sim,
Florescer em você meu jardim!!!...



Willian Marques – 13/04/2010.
           wmo@oi.com.br